Sunday, April 8, 2012

PLANO DE ENSINO BIMESTRAL DE BIOLOGIA

Achei excelente este plano bimestral de aula da profesora Salua Amaral e S Schell (Por Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)

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MODELO DE PLANO DE ENSINO

AUTORA: Salua Amaral e Silva Schell, professora da Rede Estadual de Educação-PR

PLANO DE ENSINO ANUAL – 2011/1.º BIMESTRE

IDENTIFICAÇÃO Professores:
Disciplina: Ciências
Séries: 7.º ano
Turmas: A e B

CONTEÚDOS

ESTRUTURANTES
›› Astronomia
›› Matéria
›› Sistemas Biológicos
›› Energia
›› Biodiversidade

CONTEÚDOS 1.º Bimestre
• Características gerais dos seres vivos.
• A importância da biodiversidade para a vida no planeta e para o bem-estar dos
seres humanos.
• A importância da nomenclatura científica.
• Os principais critérios utilizados para classificação biológica dos seres vivos.
• Conceito de unicelular e multicelular; autótrofo e heterótrofo; eucarionte e
procarionte.
• Os reinos: características principais e seus representantes.
• Os vírus: algumas doenças causadas por vírus (dengue, Aids, hepatite).
• Caracterização do Reino Monera.
• Doenças causadas por bactérias.
• Noções sobre antibióticos e vacinas.
• Caracterização do Reino dos Protistas – protozoários e algas.


OBJETIVOS GERAIS

99 Compreender a ciência como um processo de produção de conhecimento e uma
atividade humana, histórica, associada a aspectos de ordem social, econômica,
política e cultural.
99 Identificar relações entre conhecimento científico, produção de tecnologia e condições
de vida, no mundo de hoje e em sua evolução histórica, e compreender a
tecnologia como meio para suprir necessidades humanas, sabendo elaborar juízo
sobre riscos e benefícios das práticas científico-tecnológicas.
99 Compreender a saúde pessoal, social e ambiental como bens individuais e coletivos
que devem ser promovidos pela ação de diferentes agentes.
99 Formular questões, diagnosticar problemas reais e propor soluções para resolvê-
-los, utilizando os elementos das Ciências Naturais e colocando em prática conceitos,
procedimentos e atitudes desenvolvidos no aprendizado escolar.
99 Saber utilizar conceitos científicos básicos, associados a: energia, matéria, transformação,
espaço, tempo, sistema, equilíbrio e vida.
99 Saber combinar leituras, observações, experimentações e registros para coleta,
comparação entre explicações, organização, comunicação e discussão de fatos e
informações.
99 Valorizar o trabalho em grupo, sendo capaz de ação crítica e cooperativa para
construção coletiva do conhecimento.
99 Doenças causadas por protozoários.


OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
(1.º Bimestre)


99 Relacionar a biodiversidade com a existência da diversidade dos ecossistemas que
compõem a biosfera.
99 Valorizar a organização do conhecimento científico sobre os seres vivos, segundo
o estabelecimento de critérios.
99 Diferenciar seres procariontes de eucariontes, bem como autótrofos de
heterótrofos.
99 Identificar as principais diferenças entre o ser humano e os outros animais.
99 Identificar esponjas e celenterados.
99 Distinguir pólipos de medusas, formas fixas e móveis.
99 Diferenciar platelmintes de vermes nematelmintes.
99 Reconhecer a importância do saneamento básico para a prevenção de doenças
causadas por vermes.
99 Reconhecer anelídeos, moluscos e equinodermos e caracterizá-los.



METODOLOGIA
DA DISCIPLINA
E RECURSOS
DIDÁTICOS
A utilização de documentos, textos, imagens e registros da história da ciência como recurso
pedagógico propicia melhorias na abordagem do conteúdo específico.
Esse conteúdo será trabalhado através de diferentes métodos ativos com a utilização de observações,
experimentação, jogos, diferentes fontes textuais para obter e comparar informações,
a fim de despertar o interesse dos educandos pelo conteúdo e conferir sentido à natureza e à ciência.
Os trabalhos experimentais serão encaminhados de maneira que dê margem a discussões
e interpretações de resultados obtidos (quaisquer que tenham sido). É de suma importância a
contextualização dos conteúdos específicos.
Trabalhar a classificação dos seres vivos, tendo em vista aproximar o aluno da classificação
biológica e clarificar sua importância para o conhecimento científico. Isso pode ser feito através
de figuras geométricas e em seguida de seres vivos, valorizando com isso a importância dos critérios
e da hierarquia no estabelecimento de grupos e subgrupos. Utilização de baralhos.
Ressaltar a caracterização dos grupos que compõem o Reino Animal, mostrando exemplos
na TV multimídia. Observar ilustrações e fotografias de alguns representantes de cada grupo do
Reino Animal (TV multimídia).
Aulas práticas, com representantes de cada filo de invertebrados, facilitarão a observação e a
fixação dos conteúdos abordados.
Produção de álbum sobre as ordens de mamíferos estimulará a pesquisa e a diferenciação
entre as ordens.
Utilizar-se, sempre que possível, de exemplares para favorecer a aprendizagem e aguçar a
curiosidade.
Trabalhar a metamorfose do girino através de um girinário mantido na classe. Observar as
modificações ocorridas ao longo do processo de desenvolvimento dos girinos até atingirem a
fase adulta.
As várias classes de moluscos podem ser diferenciadas em aula prática com exemplares trazidos
pelos próprios alunos ou adquiridos pela escola, bem como, as classes de peixes ósseos e
cartilaginosos.
Ao trabalhar com plantas as atividades devem envolver os alunos na coleta de diferentes
exemplares para melhor compreensão dos conteúdos ababordados.
Uma maneira de envolver os alunos com o conhecimento sobre as doenças e melhorar a educação
para a saúde é adotar a estratégia de promover “campanhas de orientação” sobre doenças
que acometem a comunidade.
Confecção, pelos alunos, de história em quadrinhos sobre as principais verminoses.
Observação ao microscópio de lâminas montadas com água coletada de lagos, a fim de visualizar
alguns protozoários de vida livre e, se possível, seu tipo de locomoção, que constitui critério
utilizado na classificação dos protozoários.
A coleta e o cultivo de diferentes fungos, pelos alunos, enriquecerão o entendimento sobre
os grupos de fungos numa atividade prática de identificação e classificação dos mesmos em
laboratório.


CRITÉRIOS E
INSTRUMENTOS DE
AVALIAÇÃO
A avaliação deve ser entendida como parte do processo de ensino e aprendizagem e
como resultado de um acompanhamento contínuo e sistemático. Dessa forma, é fundamental
utilizar diversos instrumentos e situações para avaliar.

1.ª Etapa: duas prova bimestrais (valor total = 5,0) – contextualizar as questões para
que os alunos interpretem a aprendizagem em Ciências não como algo isolado, sem significado,
mas, sim, como algo para ser usado.

2.ª Etapa: atividades diversificadas (valor total = 5,0)
99 Atividade experimental: que facilite a interpretação de situações, utilizando informações,
conceitos e atitudes que são objetos de discussão e aprendizagem.
99 Trabalho de pesquisa: o grupo deverá descrever as etapas do trabalho, as dificuldades,
as fontes etc. A participação da família deve ser orientada e incentivada.
99 Tarefas de casa: ajudam a reforçar o aprendizado, pois motivam o aluno à reflexão
e à prática.
99 Participação do aluno em classe: como complemento de nota de provas; poderão
ser atribuídos sobre a participação do aluno, em sala de aula, em trabalhos
experimentais.


3.ª Etapa: recuperação bimestral (valor = 5,0) – deve ser paralela e planejada, permitindo
a recuperação do aluno. A avaliação deve ser orientadora a fim de permitir ao aluno
conhecer erros e corrigi-los.
– Retomada de conteúdos, através de exercícios e reescrita de provas e trabalhos de
pesquisa.

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